Toda a gente em Braga conhece o Arafate — seja pelo bacalhau à Braga, pela ramada que cobre a esplanada ou pelo vinho verde tinto que escorre da caneca para a malga. Fica no campo, não tem toalha de pano na mesa nem oferece experiências gourmet: oferece qualidade, autenticidade e muito carinho.
Seja numa bela posta de bacalhau, num arroz de cabidela ou numa feijoada, tudo no Arafate aconchega o corpo e a alma como uma sopa à lavrador fumegante num dia de inverno. Para rematar, a baba de camelo é a sobremesa da casa que os clientes não deixam escapar. A afluência é tanta que reservar mesa é praticamente obrigatório.
O que pedir
- Bacalhau à Braga (o clássico da casa)
- Arroz de cabidela
- Feijoada
- Vinho verde tinto servido na malga
- Baba de camelo para terminar
O que dizem os clientes
- Média de 4,4 no Google com quase 1200 avaliações — números raros para uma casa fora do centro.
- Os clientes elogiam o «staff simpático e atencioso» e a «boa relação preço-qualidade»; o café e o vinho branco da casa também recebem elogios.
- A cabidela e a feijoada estão entre os pratos mais mencionados; a sopa, curiosamente, é o ponto que divide opiniões.
Antes de ir
O Arafate encerra à terça-feira e tem um horário de tasca antiga: almoços das 12h00 às 15h00 todos os outros dias, jantares das 19h30 às 21h00 (ao domingo só serve almoços). Chegue dentro da janela ou arrisca-se a ficar a ver os outros comer. Há estacionamento gratuito no parque e na rua, e a casa é acessível a cadeiras de rodas.
Onde fica
Em zona rural de Braga, com esplanada coberta por ramada e estacionamento gratuito. Reserve mesa com antecedência — sobretudo ao fim de semana.